Mato Grosso

Porto Jofre – Pantanal Norte (MT)

“Sempre permaneça aventureiro… Por nenhum momento se esqueça de que a vida pertence aos que investigam… Ela não pertence ao estático… Ela pertence ao que flui… Nunca se torne um reservatório… Sempre permaneça um rio.”

“Always remain adventurous … In no time forget that life belongs to investigating … She does not belong to static … It belongs to the flowing … never become a reservoir … Always remain a river.”

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O Pantanal é um lugar de silêncio, é um lugar para ouvir e contemplar a natureza que insiste em brotar minuto a minuto diante de nossos olhos!!! Natureza selvagem. Destino selvagem!

De início vou presenteá-los com  um lindo álbum de fotos… e no final estarão disponíveis todas as informações que vocês devem tomar conhecimento antes de se aventurarem por aquelas terras e rios… Preparem-se, pois é muita emoção!!!

The Pantanal is a place of silence, is a place to listen and contemplate nature that insists sprout minute by minute before our eyes !!! Wild nature. Wild destination!

At first I will present them with a beautiful photo album … and in the end will be available all the information you should know before venturing out for those lands and rivers … Get ready, because it’s a lot of excitement !!!

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O Pantanal é um dos mais valiosos patrimônios naturais do Brasil. Maior área úmida continental do planeta – com aproximadamente 210 mil km2, sendo que 140 mil km2 em território brasileiro, nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O Pantanal destaca-se pela riqueza da fauna, onde dividem espaço aproximadamente 263 espécies de peixes, 122 espécies de mamíferos, 93 espécies de répteis, 1.132 espécies de borboletas e 656 espécies de aves. As chuvas fortes são comuns nesse bioma. Os terrenos, quase sempre planos, são alagados periodicamente por inúmeros corixos e vazantes entremeados de lagoas e leques aluviais. Na época das cheias estes corpos comunicam-se e mesclam-se com as águas do Rio Paraguai, renovando e fertilizando a região.
O equilíbrio desse ecossistema depende, basicamente, do fluxo de entrada e saída de enchentes que, por sua vez, está diretamente ligado à pluviosidade regional.

De forma geral, as chuvas ocorrem com maior freqüência nas cabeceiras dos rios que deságuam na planície. Com o início do trimestre chuvoso nas regiões altas (a partir de Novembro), sobe o nível de água dos rios, provocando as enchentes.

O mesmo ocorre paralelamente com o Rio Paraguai, não havendo como escoar toda a água acumulada. As águas se espalham e cobrem, continuamente, vastas extensões em busca de uma saída natural, que só é encontrada centenas de quilômetros adiante, no encontro com o Rio Paraná, que deságua no Rio da Prata e este, no Oceano Atlântico, fora do território brasileiro. As cheias chegam a cobrir até 2/3 da área pantaneira.A partir de Maio inicia-se a “vazante” e as águas começam a baixar lentamente. Quando o terreno volta a secar permanece, sobre a superfície, uma fina mistura de areia, restos de animais e vegetais, sementes e húmus, propiciando grande fertilidade ao solo.

A natureza repete, anualmente, o espetáculo das cheias, proporcionando ao Pantanal a renovação da fauna e flora local. Esse enorme volume de água, que praticamente cobre a região pantaneira, forma um verdadeiro mar de água doce onde milhares de peixes proliferam. Peixes pequenos servem de alimento a espécies maiores ou a aves e animais.

Quando o período da vazante começa, uma grande quantidade de peixes fica retida em lagoas ou baías, não conseguindo retornar aos rios. Durante meses, aves e animais carnívoros (jacarés, ariranhas e outros) têm, portanto, um farto banquete à sua disposição.

As águas continuam baixando mais e mais e nas lagoas, agora bem rasas, peixes como o dourado, pacú e traíra podem ser apanhados com as mãos pelos homens. Aves grandes e pequenas são vistas planando sobre as águas, formando um espetáculo de grande beleza!

– Quer conhecer? Então vá e desfrute de um dos mais belos cenários selvagens do planeta!!!

Nosso destino: Porto Jofre (MT) – coração do Pantanal.

–> Foi uma das mais belas viagens de carro que fizemos. À partir de Bom Jardim são 3 horas de estrada asfaltada até Poconé, mais 20 km até o Portal da Transpantaneira e 150 km finais de estrada de terra até Porto Jofre.

A Vila Bom Jardim ainda dormia quando partimos para conquistar a estrada mais selvagem do Brasil: a Transpantaneira, que atravessa uma das mais ricas faunas do planeta até Porto Jofre. São 150 km de estrada de terra e 127 pontes de madeira (algumas em péssimo estado de conservação). Ao longo da estrada e a poucos metros do carro, centenas de jacarés disputavam o pouco de água que restava nas lagoas – estação da seca. Um verdadeiro congestionamento! E o mais interessante é que no Pantanal, eles não estão no topo da cadeia alimentar. Eles são comida costumeira de onças, definitivamente as rainhas da região. Mesmo tuiuiús e capivaras não parecem temer esses répteis de cara feia, pois caminham entre eles tranquilamente. Por mais de uma vez, vimos capivaras descansando tranquilamente entre dezenas de jacarés. Acho que são tantos peixes no cardápio que eles nem olham para os mamíferos e aves.

São inúmeras as chances de ver os tuiuiús, os mais famosos e pesados pássaros do mundo a voar. Com sua grande mancha vermelha na altura do pescoço, são mesmo inconfundíveis, marca registrada do Pantanal. É mesmo um pássaro enorme, principalmente quando está voando com suas asas abertas. Ver um bicho desse tamanho com destreza para levar pequenos ramos em sua boca para construir seus ninhos foi mesmo de arrepiar!!!

Além dos tuiuiús, são cegonhas, tucanos, araras, araras azuis, periquitos, gaviões, martins-pescador e outras dezenas de espécies que fazem a alegria de ornitólogos e bird-watchers do mundo inteiro. Mesmo para leigos, como nós, ver uma revoada de andorinhas é uma coisa, mas uma revoada de enormes cegonhas é outra muito diferente!!! Impressionante, é de fazer chorar! Viva a liberdade! Salve o Pantanal!!!

Ainda ao longo da Transpantaneira estão as simpáticas capivaras e até animais como búfalos, veados, antas e as enormes emas. Para quem tem muita sorte, até onças são avistadas na estrada, embora esse seja um encontro mais raro. Mas, para quem gosta de pássaros, não é preciso nenhuma sorte: são dezenas de espécies e elas estão por todos os lados.

Mas em meio a esse zoológico selvagem, no entanto, tínhamos um objetivo bem definido: ir ao encontro da onça pintada. Os melhores meses para observação do maior felino das Américas são entre os meses de julho e outubro, quando a seca os impulsiona pra beira do rio em busca de água e comida. Para aumentar as suas chances de ver a onça, é recomendável o passeio de pelo menos três dias de barco, 8h por dia, percorrendo as margens do Rio Cuiabá e afluentes.

O Viagem em Família permaneceu 4 dias em Porto Jofre, sendo que por 3 dias circulamos de barco pelo rio a procura dos mais variados animais: ariranhas, capivaras, jacarés, tuiuiús… e principalmente – as onças pintadas!

No primeiro dia, bem cedo, estávamos no rio, quando avistamos um grupo de ariranhas!!! As crianças aprenderam o idioma delas e foi muito divertido! Meus filhos, do barco, faziam sons com a garganta e em resposta, as ariranhas nadavam em volta do barco fazendo o mesmo som – foi empolgante! Mas atenção: estamos falando de animais considerados agressivos, tanto que ariranhas são conhecidas também como onças do rio. Um bando de ariranhas podem devorar um jacaré inteiro, com ossos e tudo, em 45 minutos. Então… cuidado!!!

Ainda pela manhã, após uma curva, lá estavam elas, duas onças escondidas no meio da vegetação do cerrado (mãe e filhote) na beira do rio – lindas e selvagens – um espetáculo! O coração acelera diante desses felinos,  ali, no habitat natural deles. São majestosas, hipnotizam! Dá para ficar perdido no tempo e passar horas observando.

O interessante é que logo a notícia se espalha pelo rádio e outros barcos chegam silenciosos com dezenas de turistas e fotógrafos profissionais em busca da foto perfeita.

–> É de conhecimento geral que os fazendeiros matam onças porque elas comem o gado, e que existe caça “esportiva”, que se vende o couro. Mas hoje em dia, no entanto, como dizem na região “uma onça viva vale muito mais do que uma morta”. Muitas fazendas passaram a investir no ecoturismo e agora veem a preservação da onça pintada pantaneira como forma de garantir o futuro. Ou seja, as armas foram trocadas por máquinas fotográficas! Ainda bem!!!

* Nos 3 dias de passeio pelo rio conseguimos avistar 8 onças: umas descansando, outras circulando pelas margens do rio e outras caçando. Foi muito interessante, principalmente para as crianças… uma experiência altamente recomendada!

Como ficamos quatro dias, escolhemos um para sair em uma 4×4 para avistar aves e outros animais que pudessem surgir a nossa frente e nos surpreender. Nesse mesmo passeio, só que a noite (focagem), uma anta, sem se incomodar, cruzou calmamente à frente do nosso carro. As antas têm hábitos noturnos, permanecendo escondida na floresta durante a noite. São animais herbívoros, alimentando-se de frutas, folhas, grama, ramos, brotos, caules, cascas de árvores e plantas aquáticas. O corpo da anta brasileira tem o formato parecido com a dos porcos, porém têm um tom de pele mais acinzentado. Seus pêlos são curtos e macios e não cobrem o corpo inteiro. Seus pés traseiros têm 3 dedos, enquanto os dianteiros apresentam um quarto dedo, um pouco reduzido. Sua cauda é fina e curta. No lugar dos lábios superiores, as antas apresentam uma pequena tromba, de até 17 cm, preênsil e flexível. Na tromba existem pêlos sensíveis à umidade e a cheiro.

—> Definitivamente não é um roteiro charme, e sim um roteiro para viajantes mais aventureiros, que não se incomodam com a simplicidade dos lugarejos e de suas acomodações (luz de gerador), com a poeirada da estrada e especialmente com mosquitos e outros insetos – são muitos! E que também estão dispostos a uma calmaria própria do lugar e das pessoas, que funcionam em outro ritmo. Sobretudo que estão dispostos a acordar bem cedo e com o canto estridente das araras azuis. Dispostos também a dormir cedo, sem poder, a qualquer hora da noite, sair do quarto, com o risco de dar de cara com um jacaré ou uma onça em sua porta!!!

–> Ao longo da Transpantaneira há pousadas e fazendas que oferecem hospedagem. Mas minha dica é ficar em Porto Jofre – coração do Pantanal Norte.

Em Porto Jofre existe uma opção mais sofisticada, que é o Hotel Pantanal Norte – (http://www.portojofre.com.br). E outras opções mais simples, como a Pousada Porto Jofre Pantanal (km 146) – (http://www.pousadaportojofre.com.br). No lugarejo não há mais nada além do hotel e das pousadas, não há posto de gasolina, posto de saúde, restaurantes ou mercados! A cidade mais próxima, Poconé, fica aproximadamente a 150 km, e é nela que devemos completar o tanque do carro, comprar um estoque de água mineral, de acordo com os dias de permanência em Porto Jofre, e alguns outro ítens como: frutas, sucos, biscoitos, chocolate… repelente, protetor solar…

Curiosidade: A fama de Poconé vem do fato dela ser o ponto inicial de uma das mais singulares rodovias brasileiras, a Transpantaneira. Essa estrada foi mais uma tentativa do governo militar nos anos 70, assim como a Transamazônica, de colonizar e levar o “progresso” aos mais isolados pontos do território brasileiro. A idéia original era atravessar todo o Pantanal, ligando Poconé à Corumbá.

Dizem que os construtores da estrada não esperavam tantas dificuldades, principalmente na época das cheias. São cerca de 150 km de estradas de terra e quase 130 pontes, todas de madeira. A construção parou exatamente na travessia do mais largo rio da jornada, o que requeria investimentos maiores. Que sorte para a flora e fauna desse lugar de características únicas no mundo, a maior planície alagável do planeta.

Sorte da natureza, sorte nossa também. A parte construída da estrada é nosso melhor acesso às belezas e segredos do Pantanal, dando-nos a chance de chegar mais perto dessa região sem depender de passeios caros e demorados. Na época da seca, justamente a época que escolhemos, é possível a qualquer carro percorrer essa estrada, desde que se tenha paciência para dirigir por longos trechos de estrada de terra. A recompensa será a visão de diversas espécies de animais, entre aves e peixes, mamíferos e répteis, todos em seu ambiente natural, vivendo como viviam já há milhares de anos nessas mesmas planícies alagadas.

Sem dúvida nenhuma, foi uma das mais belas viagens que já fizemos!!!

–> Quando ir ?
De julho a outubro. No período de seca, as onças ficam mais próximas do rio, nas margens, em busca de água e da caça, o que facilita a observação.

–> Onde dormir ?
Ao longo da Transpantaneira há pousadas e fazendas que oferecem hospedagem. Mas a dica do Viagem em Família é ficar em Porto Jofre – coração do Pantanal Norte. Em Porto Jofre existe uma opção mais sofisticada, que é o Hotel Pantanal Norte – (http://www.portojofre.com.br) e outras mais simples, como a Pousada Porto Jofre Pantanal (km 146) – (http://www.pousadaportojofre.com.br).

* Leia também sobre Chapada dos Guimarães e Bom Jardim/Nobres!!!

The Pantanal is one of the most valuable natural heritage of Brazil. Largest continental wetland on the planet – with approximately 210,000 km2, with 140,000 km2 in Brazil, in the states of Mato Grosso and Mato Grosso do Sul.

The Pantanal is distinguished by rich fauna, which share space approximately 263 species of fish, 122 species of mammals, 93 species of reptiles, 1,132 species of butterflies and 656 species of birds. Heavy rains are common in this biome. The land, often plans are periodically flooded by numerous corixos ebb and interspersed with lagoons and alluvial fans. During the flood season these bodies communicate and mix with the waters of the Paraguay River, renewing and fertilizing the region.
The balance of this ecosystem depends basically on the input stream and output floods which, in turn, is directly linked to regional rainfall.

Generally speaking, the rains occur more frequently in the headwaters of the rivers that flow into the plain. With the onset of the rainy quarter in the high regions (from November), rises the level of water in rivers, causing flooding.

The same occurs in parallel with the Rio Paraguay, with no way to drain any accumulated water. The waters spread and cover continuously vast expanses in search of a natural outlet, which is only found hundreds of kilometers ahead, in meeting with the Paraná River, which flows into the Rio de la Plata and this, in the Atlantic Ocean, outside the territory Brazilian. Floods even cover up to 2/3 of the Pantanal area. From May begins the “ebb” and the waters begin to recede slowly. When the land back to dry remains on the surface, a thin mixture of sand, remains of animals and vegetables, seeds and humus, providing great fertility to the soil.

Nature repeats every year the spectacle of floods, giving the Pantanal the renewal of the local fauna and flora. This huge volume of water that covers almost the Pantanal region, forms a veritable sea of ​​fresh water where thousands of fish proliferate. Small fish serve as food for larger species or birds and animals.

When the period of ebb starts, a lot of fish is retained in lakes or bays, unable to return to the rivers. For months, birds and carnivorous animals (alligators, otters and others) have thus a hearty feast at your disposal.

The waters continue downloading more and more and ponds, now well shallow, fish like dorado, pacu and betrayed can be picked up by hand by men. Large and small birds are soaring views of the water, forming a very beautiful show!

– Want to meet? So go and enjoy one of the most beautiful wild scenery on the planet !!!

Our destination: Porto Jofre (MT) – heart of the Pantanal.

-> Was one of the most beautiful car trips we made. To From Bom Jardim are three hours of paved road to Poconé, another 20 km to Portal Transpantaneira and final 150 km of dirt road to Porto Jofre.

The Vila Bom Jardim was still sleeping when we set out to conquer the wildest road in Brazil: Transpantaneira, which runs through one of the richest faunas on the planet to Porto Jofre. There are 150 km of dirt road and 127 wooden bridges (some in disrepair). Along the road and a few meters from the car, hundreds of alligators disputed the little water was left in the ponds – the dry season. A real jam! And most interesting is that in the Pantanal, they are not at the top of the food chain. They are customary food ounces definitely the queens of the region. Even storks and capybara do not seem to fear these reptiles scowling as quietly walk among them. More than once we saw capybaras resting quietly among dozens of alligators. I think there are so many fish on the menu that they do not look for mammals and birds.

There are countless chances to see the storks, the most famous and heavy birds in the world to fly. With its great red spot at the neck, they are unmistakable even recorded the Pantanal brand. It really is a huge bird, especially when flying with its wings spread. See an animal that size with ability to take small branches in your mouth to build their nests was really creepy !!!

In addition to the storks are storks, toucans, parrots, macaws, parakeets, hawks, martins-fishermen and tens of species that make the joy of ornithologists and bird-watchers from around the world. Even for lay people, like us, see a flock of swallows is one thing, but a huge flock of storks is quite another !!! Impressive, is make you cry! Long live freedom! Save the Pantanal !!!

Still along the Transpantaneira are sympathetic capybaras and even animals such as buffalo, deer, tapirs and emus huge. For those who are very lucky, even jaguars are sighted on the road, although this is a more rare encounter. But for those who love birds, you do not have no luck: there are dozens of species and they are everywhere.

But amid this wild zoo, however, we had a clear goal: to meet the jaguar. The best months to observe the largest cat in the Americas are between the months of July and October, when drought drives them to the river in search of water and food. To increase your chances of seeing an ounce, it is recommended to walk at least three days by boat, 8 hours a day scouring the banks of the Cuiaba River and tributaries.

The Family Travel remained four days in Porto Jofre, and for 3 days by river boat circled the demand of various animals: otters, capybaras, caimans, storks … and especially – the jaguars!

On the first day, very early, we were in the river, when we saw a group of otters !!! The children learned their language and it was fun! My children, boat, made sounds in his throat and in response, the otters were swimming around the boat making the same sound – it was exciting! But beware: we’re talking about animals considered aggressive, so that otters are also known as ounces river. A bunch of otters can eat an entire alligator, bones and all, in 45 minutes. So … be careful !!!

Even the morning after a turn, there they were, two ounces hidden in the middle of the cerrado vegetation (mother and cub) on the river – beautiful and wild – a spectacle! The heart speeds up before these cats, there in their natural habitat. Are majestic, they hypnotize! Can you get lost in time and spend hours observing.

Interestingly, soon the news spread by radio and other boats arrive silent with dozens of professional photographers and tourists in search of the perfect shot.

-> It is well known that farmers kill jaguars because they eat cattle, and that there is “sport” hunting, which sells leather. But nowadays, however, as they say in the region “a living ounce is worth more than a dead”. Many farms are investing in ecotourism and now see the preservation of Jaguar Pantanal in order to guarantee the future. Ie weapons were exchanged for cameras! Still well !!!

* In 3-day trip along the river got 8 ounces sight: some resting, some circling the banks of the river and other hunting. It was very interesting, especially for children … a highly recommended experience!

As we were four days, we choose one to go out on a 4 × 4 for spotting birds and other animals that might arise before us and surprise us. In that same ride, just the night (focus), a tapir, not bothering calmly crossed in front of our car. Tapirs are nocturnal, remaining hidden in the forest overnight. Animals are herbivores, feeding on fruits, leaves, grass, branches, buds, stems, bark of trees and aquatic plants. The body of the Brazilian tapir has a format similar to the pigs, but have a more grayish skin tone. His hair is short and soft and do not cover the entire body. His hind legs have 3 fingers while the front have a fourth finger, somewhat reduced. Its tail is thin and short. Instead of the upper lip, tapirs have a small trunk, up to 17 cm, prehensile and flexible. In the trunk there are hairs sensitive to moisture and odor.

-> Definitely not a charm script, but a road map for adventurous travelers who do not mind the simplicity of the villages and their accommodation (generator light), with the cloud of dust from the road and especially with mosquitoes and other insects – are many! And they are also willing to own a calm place and the people that run into another gear. Especially who are willing to wake up early and the raucous singing of the blue macaws. Also willing to sleep early, without being able, at any time of night, leave the room, with the risk of bumping into an alligator or one ounce at your door !!!

-> Along the Transpantaneira there lodges and farms that offer accommodation. But my tip is to stay in Porto Jofre – heart of northern Pantanal.

Porto Jofre there is a more sophisticated option, which is the Pantanal Norte Hotel – (http://www.portojofre.com.br). And other simpler options such as Inn Porto Jofre Pantanal (146 km) – (http://www.pousadaportojofre.com.br). In the village there is nothing else besides the hotel and hostels, there is no gas station, health center, restaurants or markets! The nearest town, Poconé, is about 150 km, and it is here that we must complete the car’s tank, buy a stock of bottled water, according to the days of stay in Porto Jofre, and some other items such as fruits, juices, cookies, chocolate … repellent, sunscreen …

Curiosity: The Poconé fame comes from the fact that it is the starting point of one of the most unique Brazilian highways, the Transpantaneira. This road was another attempt of the military government in the 70s, as well as Trans, to colonize and take the “progress” the most isolated parts of Brazil. The original idea was to cross the entire Pantanal, Poconé linking to Corumbá.

They say that the road builders did not expect so many difficulties, especially during the flood season. There are about 150 km of dirt roads and almost 130 bridges, all of wood. Construction stopped right in crossing the widest river of the journey, which required major investments. How lucky for the flora and fauna of this place unique in the world, the largest floodplain in the world.

Sort of nature, our luck too. The constructed part of the road is our best access to the beauties and secrets of the Pantanal, giving us a chance to get closer to this region without relying on costly and time consuming trips. In the dry season, just the time we chose, it is possible for any car travel that road, provided you have patience to drive for long stretches of dirt road. The reward is the view of several species of animals, including birds and fish, mammals and reptiles, all in their natural environment, living as they lived for thousands of years in those flood plains.

Without a doubt, it was one of the nicest trips we’ve ever done !!!

-> When to go?
From July to October. During the dry season, the Jaguars are closer to the river, the banks in search of water and hunting, which facilitates the observation.

-> Where to stay?
Along the Transpantaneira there lodges and farms that offer accommodation. But the Family Travel the tip is stay in Porto Jofre – heart of northern Pantanal. Porto Jofre there is a more sophisticated option, which is the Pantanal Norte Hotel – (http://www.portojofre.com.br) with simpler, as the Pousada Porto Jofre Pantanal (146 km) – (http: // http://www.pousadaportojofre.com.br).

* Also read about Chapada dos Guimarães and Bom Jardim /Nobres !!!

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