Museu com crianças! / Museum with children!

Portuguese/English

Muitos pais pensam que levar as crianças a um museu é uma loucura mas na verdade não é assim.

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Museu com crianças!

A reação e o comportamento das crianças em um museu pode surpreender! E o ideal é escolher um que seja mais adequado à idade e aos interesses, de acordo com cada perfil de criança.

Levar em conta o que a criança deseja, gosta, e tem interesse é um bom começo! Muitas vezes, nós, pais, começamos levando nossos filhos aos museus que estão ao nosso redor, em vez de procurar os que despertem maior interesse deles. Começando a partir dos interesses, você garante que eles queiram fazer o passeio. É um bom início!!!

Um outro ponto de extrema importância é programar o passeio, ou seja, pesquisar quais são as obras mais relevantes e focar nelas, assim o passeio vai ser mais curto e mais prazeroso – na hora que a criança começar a cansar, já acabou! Entende? – “Não adianta querer ver o museu inteiro de uma tacada só!”

Uma vez li na internet, que o Museu do Louvre, em Paris, é para se ver por toda a vida, ou seja, em várias visitas… faz todo sentido!

Uma visita ao museu pode ser muito estimulante tanto para as crianças como para os pais. Tem como objetivo desenvolver a sensibilidade cultural e artística das crianças e ao mesmo tempo as suas impressões e emoções. É um novo mundo de cores, de formas e de texturas.

Meus filhos vão a museus desde que tinham 1 ano de idade! Chamávamos a atenção deles mostrando pinturas que fossem bem coloridas.

Claro que nessa idade não sabemos o quanto entendem do que estão vendo, mais mesmo assim, sempre achamos válido as crianças crescerem envolvidas no mundo das artes, das histórias, das coleções, da cultura de uma maneira geral.

O importante é não tratar e nem exigir da criança como se ela fosse um adulto, e tentar manter uma linguagem simples.

E levando as crianças, desde pequenas, você cria o hábito! Inicie com os museus da sua cidade, assim as crianças vão se acostumando com o programa, e como devem se comportar.

Sempre os incentivamos a interagir com a exposição, e contávamos de maneira lúdica, histórias sobre determinadas pinturas e esculturas. Pedíamos a ajuda deles para procurar quadros que fossem muito coloridos, muito grandes ou muito pequenos… Perguntávamos o que eles achavam ou sentiam sobre determinada obra, e dessa maneira criávamos uma interação onde era estimulado o senso crítico… usávamos a criatividade!

Quando estavam cansados seguíamos a estratégia da “pausa para um lanche” e depois voltávamos ou não para finalizar a visita.

Depois dos 4 anos de idade começaram a pedir o celular para fotografar as obras. Isso aconteceu porque sempre viram meu marido fotografando, quando permitido, porque em algumas exposições é proibido tirar fotografias.

Uma das vezes que os levamos a Flórida fomos visitar o Dali Museum em St. Petersburg e chegando lá, além de obras do Dali, havia uma exposição de Andy Warhol e eles logo foram dizendo: – “mamãe e papai estudamos suas obras na Casa da Arte.”

E até hoje, meus filhos quando saem de uma exposição, tentam reproduzir em desenhos, as obras que mais lhes chamaram a atenção.

Aos poucos, vamos construindo e despertando as crianças culturalmente! Elas vão ficando mais curiosas e interessadas em aprender. E no futuro serão jovens e adultos com conteúdo, e o melhor, sem nunca terem deixado de ser – simplesmente crianças!!!

* Faça do seu jeito: essa é a dica mais importante! Mas não deixe de fazer!!! Crie sua abordagem e sinta o prazer de contemplar uma bela obra de arte acompanhada de seu pequeno!

* E atenção, os museus não precisam ser somente voltados para crianças, os museus mais bacanas para toda família são os museus clássicos – espalhados pelo mundo afora!!!

“Viagem também é cultura, o valor gasto nela, é um investimento na informação, na formação e na educação dos seus filhos!!!”

Dicas:

O MIAN – Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil – oferece uma modalidade de visita especialmente pensada para bebês a partir de três meses. A idéia é proporcionar um momento lúdico e agradável para atender a um público que geralmente fica de fora das programações culturais.
Depois de ganhar espaço e ser considerado referência em visitas mediadas para crianças de 3 a 6 anos, o MIAN é o primeiro museu no Brasil a oferecer uma programação regular voltada para bebês. (http://www.museunaif.com)

Ao contrário do que muita gente imagina, aos três meses a maioria dos bebês já desenvolveu uma percepção visual refinada, que inclui a noção de profundidade. Com cerca de 4 meses são capazes de reconhecer rostos e diferenciá-los. No que diz respeito às cores, aos dois meses conseguem distinguir o vermelho, laranja, verde e amarelo. Os azuis são as últimas cores a serem percebidas. O roteiro da visita leva em conta essas habilidades e capacidades, colocando em destaque as imagens que possam chamar mais a atenção dos visitantes de colo.

Durante a visita, adultos e bebês são convidados a vivenciar uma experiência estética e afetiva, buscando o encantamento pelas obras de arte, suas cores, texturas, formas e luminosidades, além de interagir com o ambiente do Museu.

O MIAN se inspirou nas propostas da arte educadora e artista dinamarquesa, Anna Marie Holm (autora do livro Baby-Art – Os Primeiros Passos com a Arte). São realizadas também atividades de estimulação sensório-motora, por meio de músicas, objetos, instrumentos e brinquedos, que dialogam com as obras de arte.

English

Many parents think they take the kids to a museum is crazy but actually is not.

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Museum with children!

The reaction and the behavior of children in a museum might surprise! And the best option is one that is more appropriate to the age and interests, according to each child’s profile.

Consider what the child wants, likes, is interested and start there! Often, we parents started taking our children to museums that are around us, instead of looking for the biggest one that arouse interest. Starting from the interests, you ensure that they want to do the tour. It’s a good start !!!

Another extremely important point is to program the ride, that is, research the most relevant works and focus on them, so the ride will be shorter and more enjoyable – at the time the child begins to tire, it’s over! Get it? – “No use trying to see the whole museum at a stroke!”

Once, I read on the internet, the Louvre Museum in Paris, is to see for life, that is, on several visits … makes sense!

A visit to the museum can be very stimulating for both the children and for the parents. Aims to develop cultural awareness and artistic children while their impressions and emotions. It’s a new world of colors, shapes and textures.

My children go to museums since they were 1 year old! We called their attention showing paintings that were very colorful.

Of course at that age do not know how much understand what they see, even more so, we always find valid grow the children involved in the arts, stories, collections, culture in general.

The important thing is to do nothing and do not require the child as if she were an adult, and try to maintain a simple language.

And taking the kids from small, you create the habit! Start with the museums in town, so the kids will get used to the program, and how they should behave.

Always encourage them to interact with the exhibition, and counted in a playful way, stories about certain paintings and sculptures. We asked them to help her look for frames that were very colorful, very large or very small … We asked what they thought or felt about certain work, and in this way we created an interaction which was encouraged critical thinking … we used creativity!

When they were tired we followed the strategy of “pause for a snack” and then we returned or not to end the visit.

After 4 years of age began to ask the phone to photograph the works. This happened because I always saw my husband photographing, where permitted, because in some exhibits are forbidden to take photographs.

One time we took to Florida we visited the Dali Museum in St. Petersburg and getting them there, and the Dali works, there was an Andy Warhol exhibition and they were soon saying: – “Mom and Dad have studied his works in the House of art. ”

And to this day, my children when they leave an exhibition, try to reproduce drawings, the works that most caught their attention.

Gradually, we are building and raising children – culturally! They are becoming more curious and interested in wanting to learn and therefore more educated!

And in the future will be young and adults with content, and the best, never stopped running – just kids !!!

* Do it your way: this is the most important tip! But be sure to do !!! Create your approach and feel the pleasure of contemplating a beautiful work of art accompanied your little one!

* And attention, museums need not be only aimed at children, the coolest museums for the whole family are the classic museums – scattered around the world !!!

“Travel is also culture, the amount spent on it, is an investment in information, training and education of their children !!!”

Tips:

The MIAN – International Museum of Naïve Art in Brazil – offers a business mode specially designed for babies from three months. The idea is to provide a fun and enjoyable time to attend a public that generally stays out of cultural programs.
After gaining space and be considered a reference in mediated visits for children 3-6 years, MIAN is the first museum in Brazil to offer a regular schedule facing babies. ( http://www.museunaif.com )

Contrary to what many people think, after three months most babies have developed a refined visual perception, including a sense of depth. With about 4 months are able to recognize faces and distinguish them. With respect to color, at two months can distinguish red, orange, green and yellow. Blues is the latest colors to be perceived. The visit of the script takes into account these skills and capabilities, by highlighting images that can draw more attention of lap visitors.

During the visit, adults and babies are invited to experience an aesthetic and emotional experience, seeking the enchantment of works of art, its colors, textures, shapes and luminosities, and interact with the Museum environment.

The MIAN was inspired by the proposals of the art educator and Danish artist, Anna Marie Holm (author of Baby Art book – Getting Started with art). They are also made of sensorimotor stimulation activities through music, objects, instruments and toys, that dialogue with the artworks.

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